TOP + FEVEREIRO

TURMA 

 

NOME 

 

PONTOS

6ºD 

ANDRÉ GONÇALO MEDEIROS

15 

6ºD

22

RUBEN FILIPE SILVESTRE CABRAL

15

6ºD

4

ANA CATARINA ARRUDA MEDEIROS

14

6ºD

26

VALTER PEREIRA AGUIAR

14

5ºE

2

ANA PAULA SOUSA MEDEIROS

13

5ºE

21

MÁRIO ANDRÉ MELO LEDO

13

6ºC

3

ANDRÉ PEREIRA MELO

13 

6ºC

4

BÁRBARA MILENE SOARES PEREIRA

13 

6ºC

22

PAULO MIGUEL PONTE CORDEIRO

13

6ºD

3

ANA CAROLINA SOUSA PEREIRA

13

6ºD

21

PAULO ALEXANDRE CABRAL PIMENTEL

13

 

6ºF

 

23

WILSON MIGUEL TERCEIRA ROQUE

 

13

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TOP + JANEIRO

TURMA

 

NOME 

PONTOS

5º C

20 

RUI FILIPE GOUVEIA MACIEL 

12 

6º D

5

CARINA DE JESUS ESTRELA FERREIRA

12 

6º D

22

RUBEN FILIPE SILVESTRE CABRAL

12 

6º D

4

ANDRÉ GONÇALO MEDEIROS

11 

6ºD

26

VALTER PEREIRA AGUIAR

11 

5ºC

9

JOSÉ MIGUEL ESTRELA ANDRADE

10 

5ºC

21

SABRINA DA SILVA VIEIRA

10

5ºE

2

ANA PAULA SOUSA MEDEIROS

10

5ºE

21

MÁRIO ANDRÉ MELO LEDO

10

6ºC

3

ANDRÉ PEREIRA MELO

10

6ºC

4

BÁRBARA MILENE SOARES PEREIRA

10

6ºC

22

PAULO MIGUEL PONTE CORDEIRO

10

6ºD

3

ANA CAROLINA SOUSA PEREIRA

10

6ºD

21

PAULO ALEXANDRE CABRAL PIMENTEL

10

6ºF

23

WILSON MIGUEL TERCEIRA ROQUE

10

6ºG

5

CARLOS ALBERTO CABRAL PIMENTEL

10

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Alguns matemáticos famosos – Tales

Conta-se que Tales, considerado o primeiro pensador do Ocidente, era tão distraído que certa vez ao olhar para céu caiu num buraco, sendo, por isso, chamado de lunático. Conta-se também que Tales era tão sabido que, prevendo pela meteorologia uma colheita abundante, comprou todos os instrumentos usados para processar a azeitona, arrendando-os tempos depois com um grande lucro. Essas duas anedotas referem-se ao mesmo filósofo – Tales de Mileto – e até hoje servem para ilustrar as relações contraditórias entre a filosofia e a vida prática. Tales nasceu na Ásia Menor, na antiga colónia grega de Mileto. É considerado o filósofo da physis, a substância natural de que tudo é formado. Sua grande contribuição foi a busca de um princípio único para as coisas da natureza. Embora não existam fragmentos da obra de Tales, seu pensamento pode ser conhecido a partir da “Metafísica”, obra do também filósofo grego Aristóteles. Segundo alguns historiadores, Tales foi comerciante, o que lhe rendeu recursos suficientes para dedicar-se a suas pesquisas. Tales provavelmente viajou para o Egipto e a Babilónia, entrando em contacto com astrónomos e matemáticos. Depois de aposentado, passou a dedicar-se à matemática, estabelecendo os fundamentos da geometria. Atribuem-se a Tales diversas descobertas matemáticas. Além de estudar a geometria do círculo e do triângulo isósceles, Tales demonstrou o cálculo da altura de uma pirâmide, baseado no comprimento de sua sombra. Segundo o historiador Heródoto, Tales previu a ocorrência de um eclipse solar no dia 28 de Maio de 585 a.C. Aristóteles chegou a considerar este o momento do nascimento da filosofia.

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Alguns matemáticos famosos – Sidónio Pais

Sidónio Pais nasceu em Caminha (Viana do Castelo) no dia 1 de Maio de 1872.
Fez o curso de Artilharia na Escola do Exército e concluiu em 1898 o curso de Matemática na Universidade de Coimbra, onde foi professor catedrático.
Ministro do Fomento em Agosto de 1911, assumiu a pasta das Finanças em Novembro do mesmo ano e entre 1912 e 1916 foi ministro de Portugal em Berlim.
Foi eleito Presidente da República no dia 9 de Maio de 1918, na primeira eleição por sufrágio universal.
Foi abatido a tiro por um fanático na estação do Rossio no dia 14 de Dezembro de 1918, quando se preparava para embarcar para o Porto na busca de apoio para as suas reformas.  

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Alguns matemáticos famosos – Rómulo de Carvalho (António Gedeão)

Rómulo de Carvalho foi professor, pedagogo e autor de manuais escolares, historiador da ciência e da educação, divulgador científico e poeta.
Rómulo Vasco da Gama de Carvalho nasceu em 24 de Novembro de 1906, na Rua do Arco do Limoeiro, em Lisboa. Filho de José Avelino da Gama de Carvalho, natural de Tavira, e de Rosa das Dores Oliveira Gama de Carvalho, natural de Faro. Fez a instrução primária no Colégio de Santa Maria, em Lisboa. Entre 1917 e 1925 estudou no Liceu Gil Vicente. Em 1925 matriculou-se no Curso Preparatório de Engenharia Militar da Faculdade de Ciências. Em 1928 mudou-se para o Porto, onde se matriculou no curso de Ciências Físico-Químicas, na Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, que concluiu em 1931. Passados três anos realizou o Exame de Estado para o Ensino Liceal, iniciando a actividade docente no Liceu de Camões (Lisboa), continuando no Liceu D. João III (Coimbra) e, depois no Liceu Pedro Nunes (Lisboa), sendo aqui Professor Metodólogo a partir de 1958. A partir de 1946 foi um dos directores da Gazeta de Física, órgão da Sociedade Portuguesa de Física, cargo que exerceu até 1974.
Em 1952 na Atlântida Editora (Coimbra), iniciou a publicação de uma colecção de livros de divulgação, onde, sob a forma de interessantes histórias, se referia à descoberta de importantes instrumentos científicos. A História do Telefone foi o primeiro título desta colecção, que continuou depois com a história da fotografia, dos balões, da electricidade estática, do átomo, entre outras. Em 1953 publicou o Compêndio de Química, para o 3º ciclo.
Em 1964, para comemorar o 4º Centenário do nascimento de Galileo Galilei, escreveu o “Poema para Galileo”, que foi traduzido para língua italiana por Roberto Barchiesi, e publicado, em edição bilingue, pelo Istituto Italiano di Cultura. Este poema, musicado e cantado por Manuel Freire, conheceu uma grande expansão, tal como a “Pedra Filosofal”, ou a “Lágrima de Preta”. Em 1956 publicou, com o pseudónimo de António Gedeão, o seu primeiro livro de poesia, Movimento Perpétuo (Coimbra), seguido de outros livros, Teatro do Mundo, em 1958 eMáquina do Fogo, em 1961. Em 1963 publicou a peça de teatro RTX 78/24.
Em 1965 foi co-director da revista do Liceu Pedro Nunes Palestra. Esta revista pedagógica publicou-se durante 8 anos. Em 1967, publicou novo livro de poesias, Linhas de Força. Foi membro da direcção do Boletim do Ensino Secundário do Ministério da Educação (de 1973 a 1975).
Em 1974, concluindo 40 anos de actividade docente, aposentou-se da Função Pública. Em 1983 tornou-se Sócio Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e em 1992 passou a Sócio Efectivo.
Em 1984 publicou Poemas Póstumos, de António Gedeão, que foram seguidos, em 1990, pelos Novos Poemas Póstumos.
A 10 de Junho de 1987 foi nomeado, pelo Presidente da República, Grande Oficial da Instrução Pública. Em 1990 foi nomeado Director do Museu Maynense, da Academia de Ciências de Lisboa. Em 1992, a Escola Secundária da Cova da Piedade adoptou como patrono o nome de António Gedeão. A 8 de Junho de 1995, a Universidade de Évora conferiu a Rómulo de Carvalho o grau de Doutor ‘Honoris Causa’.
Em 1996, com o patrocínio do Ministério da Ciência e da Tecnologia e com a participação de muitos organismos, promoveu-se uma Homenagem Nacional a Rómulo de Carvalho/António Gedeão. A 15 de Novembro de 1996, foi atribuída a Rómulo de Carvalho da Medalha de Prata da Universidade Nova de Lisboa, na Faculdade de Ciências e Tecnologia.
A 17 de Dezembro de 1996, o Presidente da República atribuiu-lhe a Grã Cruz da Ordem de Mérito de Santiago da Espada, na Escola Secundária Pedro Nunes. A 18 de Dezembro de 1996, foi-lhe atribuída, pelo Ministro da Cultura, a Medalha de Mérito Cultural, na Fundação Calouste Gulbenkian.
Faleceu em 19 de Fevereiro de 1997 na cidade de Lisboa.  

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Alguns matemáticos famosos – Platão

Platão foi um dos matemáticos e filósofos mais influentes do seu tempo. Fundou a Academia Ateniense que foi uma escola de mestres e pesquisadores da época.
Estudou Geometria em Cirene e a ele se deve o facto de a matemática se ter tornado uma disciplina essencial na educação do Homem.
Era contra o uso de instrumentos de desenho (régua, compasso, …), pois defendia que tudo devia ser definido através de equações.  

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Alguns matemáticos famosos – Pitágoras

Pitágoras de Samos (do grego Ο Πυθαγόρας ο Σαμιος) foi um filósofo e matemático grego que nasceu em Samos entre cerca de 570 a.C. e 571 a.C. e morreu em Metaponto entre cerca de 496 a.C. ou 497 a.C.
A sua biografia está envolta em lendas. Diz-se que o nome significa altar da Pítia ou o que foi anunciado pela Pítia, pois mãe ao consultar a pitonisa soube que a criança seria um ser excepcional.
Pitágoras foi o fundador de uma escola de pensamento grega denominada em sua homenagem de pitagórica. Teve como sua principal mestra, a filósofa e matemática Temstocléia [1].
Da vida de Pitágoras quase nada pode ser afirmado com certeza, já que ele foi objecto de uma série de relatos tardios e fantasiosos, como os referentes a viagens e contactos com as culturas orientais. Parece certo, contudo, que o filósofo tenha nascido em 570 a.C. na cidade de Samos.
Fundou uma escola mística e filosófica em Crotona (colónias gregas na península itálica), cujos princípios foram determinantes para a evolução geral da matemática e da filosofia ocidental sendo os principais temas a harmonia matemática, a doutrina dos números e o dualismo cósmico essencial.
Acredita-se que Pitágoras tenha sido casado com a física e matemática grega Theano, que foi sua aluna. Supõe-se que ela e as duas filhas tenham assumido a escola pitagórica após a morte do marido.

Os pitagóricos interessavam-se pelo estudo das propriedades dos números. Para eles, o número, sinónimo de harmonia, constituído da soma de pares e ímpares – os números pares e ímpares expressando as relações que se encontram em permanente processo de mutação -, era considerado como a essência das coisas, criando noções opostas (limitado e ilimitado) e sendo a base da teoria da harmonia das esferas.
Segundo os pitagóricos, o cosmo é regido por relações matemáticas. A observação dos astros sugeriu-lhes que uma ordem domina o universo. Evidências disso estariam no dia e noite, no alterar-se das estações e no movimento circular e perfeito das estrelas. Por isso o mundo poderia ser chamado de cosmos, termo que contém as idéias de ordem, de correspondência e de beleza. Nessa cosmovisão também concluíram que a Terra é esférica, estrela entre as estrelas que se movem ao redor de um fogo central. Alguns pitagóricos chegaram até a falar da rotação da Terra sobre o eixo, mas a maior descoberta de Pitágoras ou dos seus discípulos (já que há obscuridades em torno do pitagorismo, devido ao carácter esotérico e secreto da escola) deu-se no domínio da geometria e se refere às relações entre os lados do triângulo rectângulo. A descoberta foi enunciada no teorema de Pitágoras.
Pitágoras foi expulso de Crotona e passou a morar em Metaponto, onde morreu, provavelmente em 496 a.C. ou 497 a.C..

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